terça-feira, 26 de dezembro de 2017

A ARTE DA GUERRA - SUN TZU (II)

Mais ensinamentos de A Arte da Guerra, disponíveis no link YouTube (as frases em azul são do livro, as demais, são de especialistas entrevistados para o documentário):

Quando o ataque de um falcão fratura o corpo de sua presa, é porque a atingiu na hora certa. E quando águas torrenciais movem pedras, é por causa da oportunidade.

Até o mais bem executado dos ataques pode ser arruinado se a oportunidade for perdida.

É essencial para a vitória que os generais não sejam tolhidos por seus líderes.

Faça o seu inimigo se preparar à esquerda dele e ele estará fraco do lado direito.

O Exército vencedor percebe as condições para a vitória primeiro e então luta; o Exército perdedor luta primeiro e só depois busca a vitória.

Nação alguma já se beneficiou da guerra civil prolongada.

Aqueles que sabem lutar trazem o inimigo para o campo de batalha, não são trazidos por ele.

Desloque-se apenas quando vir uma vantagem e houver algo a ganhar. Lute apenas se a conquista de uma posição for essencial.

Quando o inimigo ocupa terrenos altos não o confronte; e se ele atacar morro abaixo, não se oponha a ele.

Existem alguns Exércitos que não devem ser enfrentados e algumas posses que não devem ser contestadas.

Uma das coisas que você nunca deve fazer numa guerra é nunca apostar numa situação sem saída. (...) use um ataque para explorar uma vitória. Nunca use um ataque para se recuperar de uma derrota.

Quando as tropas fogem, são insubordinadas, caem ou são derrotadas em batalha, a culpa é do general.

Em A Arte da Guerra Sun Tzu imagina o general supremo como um homem inteligente e astuto, jamais precipitado, nem arrogante.

A vitória vem de um estudo pensado, de cálculos detalhados e muito bem preparados.

Às vezes a melhor maneira de vencer é não lutar.

Antes de ir para guerra é melhor pensar bem e perguntar a si mesmo se os motivos pelos quis você está lutando valem a pena o custo total da guerra, ou se existe outra saída.


Os zangados podem ficar felizes de novo, mas os mortos não podem ser trazidos de volta à vida.


(A imagem acima foi copiada do link Oficina de Ideias 54.)

Um comentário:

Alvaniza Macedo disse...

É o tipo de livro que merece mais de uma leitura. Excelente!