quinta-feira, 29 de abril de 2010

AOS PSEUDO-JORNALISTAS QUE FALAM MAL DA POLÍCIA

Dois policiais (um militar e um civil) foram mortos em Natal num intervalo de tempo de aproximadamente 60 dias. Ambos, apesar de atuarem em forças policiais distintas, estavam de serviço, cumprindo sua função de combater o crime. Mas alguns integrantes da imprensa local não retrataram os fatos dessa forma.
Foi veiculado que os policiais estavam atuando de forma ilícita e que os bandidos - coitadinhos - mataram os agentes da lei em legítima defesa. A imprensa de Natal foi mais longe ainda, não quis saber do sofrimento que a família desses policiais estavam sentindo. Ao contrário, os veículos de comunicação locais fizeram questão de mostrar "a dor" dos familiares dos bandidos presos.
Como se não bastasse, a referida imprensa ainda criticou os métodos de investigação que as polícias, Militar e Civil, estavam praticando.
Alguém me perguntou qual meu posicionamento, como policial, a respeito da atuação da imprensa local na cobertura dos eventos supracitados, ao que respondi prontamente:
- Uma imprensa de quinta categoria, controlada por uma elite que faz de tudo para se manter no poder, não merece minha opinião. Um bando de jornalistas hipócritas, muitos semi-analfabetos, não tem respaldo para falarem mal da polícia. Mas que esses repórteres fiquem certos: nós policiais continuaremos arriscando nossas vidas para garantir segurança para todos os cidadão potiguares. Mesmo que esses cidadãos só falem asneiras a respeito da polícia.

(A imagem acima foi copiada do link Fonorientando.)

2 comentários:

roberto disse...

infelizmente o que a a midia diz se torna uma verdade absoluta para populaçao manipulada, nao é por acaso que as elites politicas locais sao donas dos principais meios de comunicação, a CRITICIDADE é algo distante da maioria ainda, é por isso que ano após ano continuamos sendo representados por politicos corruptos. SER CRITICO NAO É ASSISTIR UMA INFORMAÇÃO MANIPULADA E SAIR COMENTANDO NAS CALÇADAS.

Ana Carmem Nascimento disse...

CONCORDO!