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terça-feira, 28 de janeiro de 2025

PEGADAS NA AREIA


Uma noite eu tive um sonho… 

Sonhei que estava andando na praia com o Senhor e, através do Céu, chegavam cenas da minha vida. 

Para cada cena que passava, percebi que eram deixados dois pares de pegadas na areia: um era o meu e o outro era do Senhor. 

Quando a última cena da minha vida passou diante de nós, olhei para trás, para as pegadas na areia, e notei que, muitas vezes, no caminho da minha vida, havia apenas um par de pegadas na areia. 

Notei também que isso aconteceu nos momentos mais difíceis e angustiosos do meu viver. 

Fiquei deveras entristecido e perguntei ao Senhor: 

- Senhor, Tu não disseste que, se eu resolvesse Te seguir, andarias sempre comigo todo o caminho? Notei que, durante as maiores atribulações do meu viver, havia na areia dos caminhos da vida apenas um par de pegadas. Não compreendo porque, nas horas em que eu mais necessitava, Tu me deixaste.

O Senhor me respondeu: 

- Meu precioso filho, Eu te amo e jamais te deixaria nas horas da prova e do sofrimento. Quando viste na areia apenas um par de pegadas, foi exatamente aí que Eu, nos braços… te carreguei.

Fonte: Canção Nova.

(A imagem acima foi copiada do link Dannybia.) 

domingo, 16 de junho de 2024

III. O CÓDIGO DEUTERONÔMICO: PROJETO DE UMA NOVA SOCIEDADE (XXX)


21 Respeito aos pais - 18 "Se alguém tiver um filho rebelde e incorrigível, que não obedece ao pai e à mãe e não os ouve, nem quando o corrigem, 19 o pai e a mãe o pegarão e o levarão aos anciãos da cidade para ser julgado.

20 E dirão aos anciãos da cidade: 'Este nosso filho é rebelde e incorrigível: não nos obedece, é devasso e beberrão'.

21 E todos os homens da cidade o apedrejarão até que morra. Desse modo, você eliminará o mal do seu meio, e todo o Israel ouvirá e ficará com medo".

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral (Paulus, 1998), Antigo Testamento, Livro do Deuteronômio, capítulo 21, versículo 18 a 21 (Dt. 21, 18-21).

Explicando Deuteronômio 21, 18 - 21.

Essa lei é uma espécie de comentário ao mandamento: "Honre seu pai e sua mãe" (Dt 5,16). Ele salienta a importância da educação familiar. Numa situação patriarcal, onde a família é o alicerce da sociedade, o filho incorrigível se transforma em ameaça social. Provavelmente trata-se de uma lei teórica, nunca aplicada.  

Fonte: Bíblia Sagrada - Edição Pastoral. 25ª impressão: maio de 1998; ed Paulus, p. 219.

(A imagem acima foi copiada do link Oficina de Ideias 54.)

III. O CÓDIGO DEUTERONÔMICO: PROJETO DE UMA NOVA SOCIEDADE (XXIX)

 


21 Justiça no relacionamento familiar - 15 "Se alguém tiver duas mulheres e gostar de uma e não da outra, e as duas lhe tiverem dado filhos, se o primogênito é filho da mulher da qual ele não gosta, 16 esse homem, quando repartir a herança entre os filhos, não poderá tratar o filho da mulher que ama como se fosse o mais velho, prejudicando o filho da mulher da qual não gosta, mas é o verdadeiro primogênito. 

17 Deverá reconhecer como primogênito o filho da mulher da qual ele não gosta, dando a ele porção dupla de tudo quanto possui, pois esse filho é o primeiro fruto da sua virilidade.

A ele pertence o direito de primogenitura".

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral (Paulus, 1998), Antigo Testamento, Livro do Deuteronômio, capítulo 21, versículo 15 a 17 (Dt. 21, 15-17).

Explicando Deuteronômio 21, 15 - 17.

Em família, as preferências dos pais não  devem ser causa de injustiças em relação aos filhos.  

Fonte: Bíblia Sagrada - Edição Pastoral. 25ª impressão: maio de 1998; ed Paulus, p. 219.

(A imagem acima foi copiada do link Oficina de Ideias 54.)

III. O CÓDIGO DEUTERONÔMICO: PROJETO DE UMA NOVA SOCIEDADE (XXVIII)

 


21 Respeito para com a mulher - 10 "Quando você guerrear contra seus inimigos, e Javé seu DEUS os entregar em seu poder, e você tiver feito prisioneiros, 11 se encontrar entre eles uma mulher bonita e se enamorar dela, você poderá tomá-la como esposa, 12 e levá-la para casa.

Ela então raspará a cabeça, cortará as unhas, 13 tirará a roupa de prisioneira e ficará na casa onde você mora. Durante um mês ela chorará seu pai e sua mãe. Depois do luto, você se unirá a ela e se tornará se marido e ela será sua esposa.

14 Mais tarde, caso você não goste mais dela, deixe-a ir em liberdade, mas não a venda por dinheiro; não queira tirar lucro depois de a ter usado".

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral (Paulus, 1998), Antigo Testamento, Livro do Deuteronômio, capítulo 21, versículo 10 a 14 (Dt. 21, 10-14).

Explicando Deuteronômio 21, 10 - 14.

A mulher é um ser humano que deve ser respeitado exatamente como qualquer homem. Ela tem o direito de viver seus próprios sentimentos e não ser rebaixada na sua liberdade e dignidade. Homem nenhum tem o direito de tratar a mulher como simples objeto, ao sabor dos próprios interesses e caprichos.  

Fonte: Bíblia Sagrada - Edição Pastoral. 25ª impressão: maio de 1998; ed Paulus, p. 219.

(A imagem acima foi copiada do link Oficina de Ideias 54.)

quarta-feira, 12 de junho de 2024

III. O CÓDIGO DEUTERONÔMICO: PROJETO DE UMA NOVA SOCIEDADE (XXVII)

 


21 O sangue clama a DEUS - 1 "Quando for encontrado um homem morto no campo, na terra que Javé seu DEUS vai dar a você como propriedade, e ninguém souber quem foi que o matou, 2 os anciãos e juízes sairão e medirão as distâncias até às cidades que estiverem ao redor do morto, 3 para determinar a cidade mais próxima.

A seguir, os anciãos da cidade mais próxima tomarão uma novilha, com a qual não se tenha trabalhado e que ainda não tenha usado canga. 4 Os anciãos dessa cidade levarão a novilha até um riacho permanente, no lugar onde ninguém trabalha nem semeia. E aí, sobre o riacho, desnucarão a novilha.

5 Depois se aproximarão os sacerdotes levitas, pois foram eles que Javé seu DEUS escolheu para o seu serviço e para abençoar em nome de Javé, cabendo também a eles resolver qualquer litígio ou crime.

6 Os anciãos da cidade mais próxima do lugar do crime lavarão as mãos sobre a novilha desnucada, 7 fazendo a seguinte declaração: 'Nossas mãos não derramaram este sangue e nossos olhos não viram nada. 8 Perdoa o teu povo Israel, que resgataste, ó Javé. Não permitas que o sangue inocente recaia sobre Israel, teu povo, e este sangue lhe será perdoado'.

9 Desse modo, você eliminará do seu meio o derramamento de sangue inocente e fará o que Javé aprova".

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral (Paulus, 1998), Antigo Testamento, Livro do Deuteronômio, capítulo 21, versículo 01 a 09 (Dt. 21, 01-09).

Explicando Deuteronômio 21, 01 - 09.

A vida é o maior dom de DEUS, e a sociedade é responsável pela vida de todos e de cada um. O sangue derramado clama a DEUS: se ele não for reparado de algum modo, a culpa recairá sobre a sociedade inteira. Todo homicídio transforma-se numa acusação contra a sociedade, pois esta gerou as condições que produzem a morte.  

Fonte: Bíblia Sagrada - Edição Pastoral. 25ª impressão: maio de 1998; ed Paulus, p. 219.

(A imagem acima foi copiada do link Oficina de Ideias 54.)

III. O CÓDIGO DEUTERONÔMICO: PROJETO DE UMA NOVA SOCIEDADE (XXVI)

 


20 Respeitar a vida da natureza - 19 "Quando você tiver que cercar uma cidade durante muito tempo, antes de atacá-la e tomá-la, não corte as árvores a machado; alimente-se delas sem cortá-las: Por acaso a árvore do campo é um homem, para que você a trate como inimigo?

20 Contudo, e você sabe que tal árvore não é frutífera, então pode cortá-la e usá-la para fazer instrumentos de assalto contra a cidade que está em guerra contra você, até que a tenha conquistado".

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral (Paulus, 1998), Antigo Testamento, Livro do Deuteronômio, capítulo 20, versículo 19 a 20 (Dt. 20, 19-20).

Explicando Deuteronômio 20, 19 - 20.

A lei mostra uma preocupação ecológica: é questão de bom senso usar da melhor forma a natureza, mantendo para com ela aquele respeito que trará benefícios para o próprio homem. 

Fonte: Bíblia Sagrada - Edição Pastoral. 25ª impressão: maio de 1998; ed Paulus, p. 218.

(A imagem acima foi copiada do link Oficina de Ideias 54.)

sábado, 8 de junho de 2024

III. O CÓDIGO DEUTERONÔMICO: PROJETO DE UMA NOVA SOCIEDADE (XXV)


20 Eliminar a possibilidade de contágio - 10 "Quando você estiver para atacar uma cidade, primeiro lhe proponha a paz. 11 Se ela aceitar a paz  e abrir as portas para você, todos os habitantes lhe servirão em trabalhos forçados. 12 Todavia, se ela não aceitar sua proposta de paz, mas declarar guerra, você a cercará. 

13 Javé seu DEUS a entregará em seu poder, e você passará a fio de espada todos os homens. 14 Quanto às mulheres, crianças, animais e tudo o que houver na cidade, você os tomará como despojo, e comerá o despojo dos inimigos que Javé seu DEUS entregou a você. 15 Faça assim com todas as cidades que estiverem distantes e não pertencem a estas nações.

16 Todavia, quanto às cidades dessas nações que Javé seu DEUS vai dar a você como herança, não deixe sobreviver nenhum ser vivo: 17 sacrifique como anátema os heteus, os amorreus, os cananeus, os ferezeus, os heveus e os jebuseus, conforme Javé seu DEUS lhe ordenou, 18 para que não ensinem vocês a praticar nenhuma das práticas abomináveis que eles cometem com seus deuses: vocês estariam pecando contra Javé seu DEUS".

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral (Paulus, 1998), Antigo Testamento, Livro do Deuteronômio, capítulo 20, versículo 10 a 18 (Dt. 20, 10-18).

Explicando Deuteronômio 20, 10 - 18.

As cidades-estado de Canaã deverão ser completamente exterminadas, para evitar contaminações ideológicas e políticas (sobre a lei do anátema, cf. nota em Nm 21,1-3). Quanto às cidades distantes, a tática é fazer alianças. Quando isso não for possível, a força de resistência deverá ser eliminada (extermínio dos homens). 

Fonte: Bíblia Sagrada - Edição Pastoral. 25ª impressão: maio de 1998; ed Paulus, p. 218.

(A imagem acima foi copiada do link Oficina de Ideias 54.)

quinta-feira, 6 de junho de 2024

III. O CÓDIGO DEUTERONÔMICO: PROJETO DE UMA NOVA SOCIEDADE (XXIV)


20 O direito de lutar pela liberdade e pela vida - 1 "Quando você sair para a guerra contra os inimigos, ao ver cavalos, carros e tropas mais numerosas do que as suas, não tenha medo, pois com você está Javé seu DEUS, que o fez subir do Egito. 

2 Quando vocês estiverem para começar o combate, o sacerdote se aproximará para falar com a tropa, 3 e dirá: 'Escute, Israel! Vocês hoje estão prontos para guerrear contra seus inimigos. Não se acovardem, nem fiquem com medo, não tremam nem se apavorem diante deles, 4 porque Javé seu DEUS marcha com vocês, lutando em seu favor contra os inimigos, para dar a vitória a vocês'.

5 Os chefes também falarão ao povo, dizendo: 'Quem construiu uma casa nova e ainda não a consagrou? Pode retirar-se e voltar para casa, a fim de que não morra na batalha e outro consagre a casa. 6 Quem plantou uma vinha e ainda não colheu os seus primeiros frutos? Pode retirar-se e voltar para casa, a fim de que não morra na batalha e outro colha os primeiros frutos. 7 Quem é noivo de uma mulher e ainda não se casou com ela? Pode retirar-se e voltar para casa, a fim de que não morra na batalha e outro se case com ela'.

8 E os chefes continuarão a falar para a tropa: 'Quem está com medo e se sente covarde? Pode retirar-se e voltar para casa, a fim de que a covardia não contagie seus irmãos'. 9 Quando acabarem de falar à tropa, os chefes nomearão os comandantes para liderar as tropas".

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral (Paulus, 1998), Antigo Testamento, Livro do Deuteronômio, capítulo 20, versículo 01 a 09 (Dt. 20, 01-09).

Explicando Deuteronômio 20, 01 - 09.

A liberdade e a vida são dons de DEUS para todos, e cada um tem o direito inalienável de usufruir delas. Por isso, o povo oprimido e explorado tem todo o direito de se organizar e lutar para reaver esses dons que lhe foram roubados. A lei mostra profundo respeito pela vida: as exceções contemplam o direito de cada pessoa gozar do trabalho que ainda não foi usufruído (vv. 5-6) e o direito à descendência (v. 7). Aqui, no contexto de uma luta apoiada por DEUS (vv. 1-4), o medo (v. 8) indica falta de fé e confiança. 

Fonte: Bíblia Sagrada - Edição Pastoral. 25ª impressão: maio de 1998; ed Paulus, p. 218.

(A imagem acima foi copiada do link Oficina de Ideias 54.) 

terça-feira, 28 de maio de 2024

III. O CÓDIGO DEUTERONÔMICO: PROJETO DE UMA NOVA SOCIEDADE (XIX)


18 Javé, a herança dos levitas - 1 "Os sacerdotes levitas, a tribo inteira de Levi, não terão parte nem herança em Israel. Eles viverão da herança de Javé, comendo das oblações oferecidas a ele.

2 Essa tribo não terá parte na herança de seus irmãos. Javé é a herança dela, conforme ele próprio lhe falou.

3 São estes os direitos que os sacerdotes têm sobre o povo, sobre aqueles que oferecem um sacrifício: do boi ou da ovelha, serão dados ao sacerdote o quarto dianteiro, as mandíbulas e o estômago.

4 E você, dê a ele os primeiros frutos do seu trigo, do seu vinho novo e do seu óleo, como também o primeiro produto da tosquia do seu rebanho.

5 Pois foi ele que Javé seu DEUS escolheu dentre todas as suas tribos, junto com seus filhos, para estar diante de Javé seu DEUS, realizando o serviço divino e dando todos os dias a bênção em nome de Javé.

6 Quando vier um levita de alguma das suas cidades, onde quer que ele more em todo o Israel, e com todo o desejo do coração vier para o lugar que Javé tiver escolhido, 7 poderá oficiar em nome de Javé seu DEUS, da mesma forma que todos os seus irmãos que aí permanecem a serviço de Javé.

8 Ele poderá comer uma parte igual à que lhes cabe, independentemente do produto da venda do patrimônio dele".    

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral (Paulus, 1998), Antigo Testamento, Livro do Deuteronômio, capítulo 18, versículo 01 a 08 (Dt. 18, 01 - 08).

Explicando Deuteronômio 18, 01 - 08.

Proveniente do êxodo, o grupo dos levitas trouxe para as tribos a fé em Javé, o DEUS libertador, que fermentava uma nova sociedade. Esse grupo não recebeu território próprio, mas vivia espalhado entre as tribos (cf. nota em Js 21). Havia dois tipos de levitas: um era mais ligado ao santuário e servia ao culto; outro, itinerante, cuidava de adaptar o Decálogo às novas situações vividas pelo povo.

Os levitas itinerantes se identificavam com o povo marginalizado (Dt 12,12.19; 14,27; 16;11 etc.), e foram os principais responsáveis pela catequese que deu origem ao livro do Deuteronômio. Mostrando que havia conflito entre os levitas do santuário e os itinerantes, a lei em questão prevê igualdade de direitos para ambos os grupos.

Fonte: Bíblia Sagrada - Edição Pastoral. 25ª impressão: maio de 1998; ed Paulus, p. 216.

(A imagem acima foi copiada do link Oficina de Ideias 54.)  

sexta-feira, 22 de março de 2024

"Seja você quem for, seja qual for a posição social que você tenha na vida, a mais alta ou a mais baixa, tenha sempre como meta muita força, muita determinação e sempre faça tudo com muito amor e com muita fé em Deus, que um dia você chega lá. De alguma maneira você chega lá".


Ayrton Senna (1960 - 1994): empresário, filantropo e piloto de Fórmula 1 brasileiro. Foi tri-campeão mundial na categoria nos anos de 1988, 1990 e 1991. Este ano completam-se 30 (trinta) anos de sua precoce morte, ocorrida em 1º de Maio de 1994, num trágico acidente automobilístico enquanto disputava o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália.

(A imagem acima foi copiada do link Oficina de Ideias 54.) 

quinta-feira, 7 de março de 2024

EU QUISERA


Eu quisera, Jesus adorado

Teu sacrário, de amor rodear

De almas puras, florinhas mimosas

Perfumando teu santo altar


Refrão: O desejo, de ver-te adorado

Tanto invade, o meu coração

Eu quisera, estar noite e dia

A teus pés em humilde oração


Pelas almas, as mais pecadoras

Eu te peço, Jesus, o perdão

Dá-lhes todo, amor e carinho

Todo o afeto do teu coração

Pelas almas que não te conhecem

Eu quisera, Jesus, te adorar 

E daqueles que de ti se esquecem

As loucuras também reparar



E se um dia, meu Jesus amado

Meu desejo se realizar

Hei de amar-te por todos aqueles

Que, Jesus, não te querem amar

Lá no céu, meu Jesus querido

Face a face hei de te contemplar

Nos teus braços, então viverei

Para sempre Jesus te amar...


Link da música: YouTube.

Autor: Eugênio Jorge

(A imagem acima foi copiada do link Google Images.) 

quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

"Todo tempo é tempo de acreditar que as pessoas vão se renovar".


Karol Józef Wojtyla, mais conhecido como Papa João Paulo II (1920 - 2005): nascido na Polônia, também foi ator, autor de peças teatrais, diretor e operário. Eleito em 1978 o 264º Papa da Igreja Católica Apostólica Romana, seu pontificado foi o terceiro mais longo da história da Igreja (26 anos, 5 meses e 17 dias), ficando atrás apenas do Papa Pio IX (31 anos) e São Pedro (37 anos). Foi beatificado em 1º de Maio de 2011, e canonizado em 27 de Abril de 2014, sendo venerado pelos católicos como São João Paulo II.

(A imagem acima foi copiada do link Gladys Artigos Religiosos Católicos.) 

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

FÉ, CONFIANÇA, ESPERANÇA


Certa vez, o povo de um vilarejo decidiu se reunir no centro do lugar para orar pedindo por chuvas. Mas apenas um garoto trouxe guarda-chuva. Isso se chama .

Quando os pais jogam seu bebê para o alto, ele dá risadas, porque sabe que na queda alguém irá segurá-lo. O nome disso é CONFIANÇA.

A cada noite, antes de dormir, não temos garantia nenhuma de que estaremos vivos na manhã seguinte, mas ainda assim, fazemos planos. Isso se chama ESPERANÇA.

Que sempre as mantenhamos conosco.


Autor desconhecido, com adaptações.

(A imagem acima foi copiada do link Oficina de Ideias 54.) 

sábado, 11 de novembro de 2023

"Pois é muito mais grave corromper a fé, da qual vem a vida da alma, que falsificar dinheiro, pelo qual a vida temporal é sustentada".


São Tomás de Aquino (1225 - 1274): filósofo e frade católico italiano. Suas obras tiveram enorme influência no pensamento ocidental, mormente na Escolástica e na filosofia moderna. Conhecido como "Doctor Angelicus", "Doctor Communis" e "Doctor Universalis", Tomás de Aquino também é venerado como Santo pela Igreja Católica e é tido como o professor modelo para os que estudam para o sacerdócio. Até hoje seus hinos eucarísticos fazem parte da liturgia da Igreja.

(A imagem acima foi copiada do link Oficina de Ideias 54.) 

domingo, 10 de setembro de 2023

SANTO AGOSTINHO - VIDA E OBRA (VII)

Fé e razão: a busca da felicidade


À síntese que realizou, ele mesmo deu a denominação de "filosofia cristã". O núcleo em torno do qual gravitam todas as suas ideias é o conceito de beatitude. O problema da felicidade constitui, para Agostinho, toda a motivação do pensar filosófico. Uma das últimas obras que redigiu, a Cidade de Deus, afirma que "o homem não tem razão para filosofar, exceto para atingir a felicidade"

A tese é defendida valendo-se de um manual de Marcus Terentius Varro (116-27 a.C.), onde se encontram definidas 288 diferentes teorias filosóficas, reais e possíveis, tendo todas em comum a mesma questão: como obter a felicidade? A filosofia é, assim, entendida não como disciplina teórica que coloca problemas à estrutura do universo físico ou à natureza dos deuses, mas como uma indagação sobre a condição humana à procura da beatitude.

A beatitude, no entanto, não foi encontrada por Agostinho nos filósofos que conhecera na juventude, mas nas Sagradas Escrituras, quando iluminado pelas palavras de Paulo de Tarso. Não foi fruto de procedimento intelectual, mas ato de intuição e de fé.

Impunha-se, portanto, conciliar as duas ordens de coisas e com isso Agostinho retorna à questão principal da Patrística, ou seja, ao problema das relações entre a razão e a fé, entre o que se sabe pela convicção interior e o que se demonstra racionalmente, entre a verdade revelada e a verdade lógica, entre a religiosidade cristã e a filosofia pagã.

Desde a conversão, Agostinho se propôs a atingir, pela fé nas Escrituras, o entendimento daquilo que elas ensinam, colocando a fé como a via de acesso à verdade eterna. Mas, por outro lado, sustentou que a fé é precedida de certo trabalho da razão. Ainda que as verdades da fé não sejam demonstráveis, isto é, passíveis de prova, é possível demonstrar o acerto de se crer nelas, e essa tarefa cabe à razão.

A razão relaciona-se, portanto, duplamente com a fé: precede-a e é sua consequência. É necessário compreender para crer e crer para compreender ("Intellige ut credas, crede ut inteligas").

Mesmo que essa tese não tenha maior rigor filosófico e soe mais como fórmula retórica do que como argumentação lógica, teve grande força, pois era um claro resultado da história pessoal de Agostinho. Antes da conversão ele andara inquieto pelos caminhos das elaborações racionais dos maniqueus, do ecletismo ciceroniano e do neoplatonismo de Plotino. Todos, especialmente o último, prepararam a explosão mística de iluminação pela fé. Depois desta, utilizou tudo o que sua cultura filosófica lhe fornecia, no sentido de racionalizar os dogmas cristãos.

A filosofia é, para Agostinho, apenas um instrumental auxiliar destinado a um fim que transcende seus próprios limites. Por isso muitos veem nele um teólogo e um místico e não propriamente um filósofo. Todavia, seu pensamento manifesta frequentemente grande penetração filosófica na análise de alguns problemas particulares e a verdade é que Agostinho conseguiu sistematizar uma grandiosa concepção do mundo, do homem e de DEUS, que se tornou, por muito tempo, a doutrina fundamental da Igreja Católica.

Fonte: Santo Agostinho. Coleção Os Pensadores. 4 ed. São Paulo: Nova Cultural, 1987.

(A imagem acima foi copiada do link Minha Biblioteca Católica.) 

quinta-feira, 7 de setembro de 2023

SANTO AGOSTINHO - VIDA E OBRA (IV)

Bispo ativo e pensador polêmico (I)


A nova estrada era estreita, mas segura e luminosa. Para nela entrar Agostinho concluiu que precisava desviar-se inteiramente daquela outra, de comodidades mundanas e sensualidade pecaminosa. Em primeiro lugar, deveria desfazer-se do cargo de professor municipal. Felizmente faltavam poucos dias para as férias das vindimas e a demissão foi facilitada. 

Partiu, então, para a propriedade rural do amigo Verecundo, em Cassicíaco, onde descansaria "das angústias do século" juntamente com a mãe, o filho e alguns amigos, entre os quais Nebrídio e o fiel Alípio, companheiro em toda a sua vida.

O passo seguinte seria o batismo na Páscoa, como era costume na Igreja dos primeiros tempos. Alípio e Adeodato também receberam o primeiro sacramento, essencial, segundo o cristianismo, para a santificação da alma.

Mônica, a mãe, tinha atingido o objetivo pelo qual lutara a vida toda e poderia esperar tranquila a morte, que realmente ocorreu alguns meses depois, no outono de 387, na cidade de Óstia. 

Agostinho estava desolado por ter perdido a mãe, mas por outro lado tinha diante de si um futuro de verdadeira alegria e esperança. Voltou a Tagaste, vendeu as propriedades paternas e, congregando em torno de si os amigos mais fieis, organizou uma espécie de comunidade monástica. Ali pretendia passar o resto da vida em recolhimento, aprofundando a vocação religiosa e fundamentando racionalmente a fé que abraçara. 

No entanto, nem tudo ocorreu como queria e os cuidados que Agostinho tomou para não ir a cidade alguma, cuja sede vacante pudesse ser-lhe proposta, surtiram efeito por apenas três anos. Num dia de 391, penetrando na igreja de Hipona (hoje Annaba ou Bone, na Argélia), ouviu o bispo Valério propor à assembleia de fieis a escolha de um coadjutor das funções sacerdotais, especialmente para o ministério da pregação. O povo não teve dúvidas e uma só voz ecoou pelo templo: "Agostinho, presbítero!"

Ele não gostou, mas atendeu ao que considerou um chamado divino. Desde então foi obrigado a deixar de lado as pretensões de se limitar à meditação teológica e não mais pôde gozar o "otium intelectuale", como tanto desejara. As exigências do ministério, e principalmente as funções pastorais, revelaram-se exaustivas e pouco tempo sobrava para o trabalho de pensamento.

Vigário aos 36 anos, bispo coadjutor de Valério aos 41 e sucessor deste, logo depois, Agostinho permaneceria por mais de quarenta anos ligado à igreja de Hipona, dividindo-se entre tarefas administrativas e reflexão filosófica. Mas isso não deixou de ter aspectos positivos, na medida em que o resguardou de um recolhimento muito severo e o fez conhecer aspectos da fé popular, tais como o culto das relíquias e dos mártires. 

Fonte: Santo Agostinho. Coleção Os Pensadores. 4 ed. São Paulo: Nova Cultural, 1987.

(A imagem acima foi copiada do link Getty Images.) 

quarta-feira, 6 de setembro de 2023

SANTO AGOSTINHO - VIDA E OBRA (III)

O caminho da salvação 


A viagem para Roma foi movida pela esperança de encontrar alunos mais tranquilos. Os amigos afirmavam também que lá Agostinho teria maiores lucros e consideração. A mãe temia por seu futuro e tudo fez para impedir a viagem, a ponto de obrigar Agostinho a enganá-la na hora da partida.

Em Roma não ficou muito tempo. Logo dirigiu-se a Milão, residência imperial, onde ocupou um cargo de professor de retórica. De manhã dedicava-se aos cursos e à tarde percorria as antecâmaras ministeriais, pois essa era a maneira correta de "subir na vida", dentro do decadente império.

As diligências nesse sentido foram feitas sem muito empenho, pois Agostinho vivia imerso em graves questões intelectuais e existenciais. Quanto às primeiras, já tinha abandonado o maniqueísmo e frequentava a Academia platônica, então muito distante da linha de pensamento de seu criador e voltada para um ceticismo e um ecletismo não muito consistentes.

Quem esperava, como Agostinho, respostas definitivas para todos os problemas da existência, não poderia contentar-se com isso. Conheceu logo depois os discípulos de Plotino (205-270), também adeptos do platonismo, mas na sua versão mística. O neoplatonismo viria a ser a ponte que permitiria a Agostinho dar o grande passo de sua vida, pois constituía, para os católicos milaneses, a filosofia por excelência, a melhor formulação da verdade racionalmente estabelecida.

O neoplatonismo era visto como uma doutrina que, com ligeiros retoques, parecia capaz de auxiliar a fé cristã a tomar consciência da própria estrutura interna e defender-se com argumentos racionais, elaborando-se como teologia. Com a maior tranquilidade passava-se, entre os católicos de Milão, das Enéadas de Plotino para o prólogo do Evangelho de São João ou para as epístolas de São Paulo. 

As preocupações existenciais de Agostinho diziam respeito à mulher amada, com a qual não poderia ligar-se de uma vez por todas, pois estava impedido legalmente de fazê-lo. Juridicamente ele era um "honestiore", isto é, de categoria superior, proibido de contrariar matrimônio com pessoas dos baixos estratos.

A mãe insistiu para que ele a abandonasse e procurasse outra mulher para casar, segundo as leis do mundo e os preceitos cristãos. A amada foi mandada de volta para a África e fez voto de jamais conhecer outro homem. Adeodato ficou com o pai. Agostinho deveria esperar legalmente dois anos para casar-se com a mulher que escolhera. Era tempo demasiado longo para quem sentia tão fortemente o apelo da sensualidade. Ligou-se, então, a uma concubina.

A solução para todos os problemas viria logo depois de frequentar Santo Ambrósio (340?-397), bispo de Milão, e debater-se até aquele dia de agosto de 386, quando a palavra do apóstolo Paulo lhe foi revelada pelo canto infantil repetido diversas vezes no jardim de sua residência: "Tolle, lege, tolle, lege".

Já não mais procuraria esposa nem abrigaria qualquer esperança do mundo: penetraria naquela regra de fé, por onde, há muito, a mãe caminhava.

Fonte: Santo Agostinho. Coleção Os Pensadores. 4 ed. São Paulo: Nova Cultural, 1987.

(A imagem acima foi copiada do link Canção Nova.) 

terça-feira, 5 de setembro de 2023

"Três coisas são necessárias para a salvação do homem: saber o que deve crer, o que deve querer, o que deve fazer! Crer em DEUS Pai..., Querer a Vida Eterna (Jesus Cristo) e, Fazer o bem".


São Tomás de Aquino (1225 - 1274): filósofo e frade católico italiano. Suas obras tiveram enorme influência no pensamento ocidental, mormente na Escolástica e na filosofia moderna. Conhecido como "Doctor Angelicus", "Doctor Communis" e "Doctor Universalis", Tomás de Aquino também é venerado como Santo pela Igreja Católica e é tido como o professor modelo para os que estudam para o sacerdócio, por ter atingido a expressão máxima, tanto da razão natural, quanto da teologia especulativa.

(A imagem acima foi copiada do link Aleteia.) 

quinta-feira, 24 de agosto de 2023

I. O POVO DE DEUS SE ORGANIZA (V)


2 DEUS anima a luta do povo (I) - 1 Javé falou a Moisés e Aarão: 2 "Os filhos de Israel acamparão, cada um junto de sua bandeira, com o símbolo de sua família. Acamparão voltados para a tenda da reunião e ao redor dela.

3 No lado leste, em direção ao nascer do sol, acamparão os da bandeira de Judá, com seus esquadrões; o chefe dos filhos de Judá é Naasson, filho de Aminadab; 4 seu exército conta com setenta e quatro mil e seiscentos alistados.

5 Ao lado de Judá acampará a tribo de Issacar. Os chefes dos filhos de Issacar é Natanael, filho de Suar. 6 Seu exército conta com cinquenta e quatro mil e quatrocentos alistados. 

7 Do outro lado ficará a tribo de Zabulon. O chefe dos filhos de Zabulon é Eliab, filho de Helon. 8 Seu exército conta com cinquenta e sete mil e quatrocentos alistados.

9 No acampamento de Judá, os alistados por esquadrões são cento e oitenta e seis mil e quatrocentos. Esses serão os primeiros a se colocar em marcha".   

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral (Paulus, 1998), Antigo Testamento, Livro dos Números, capítulo 02, versículo 01 a 09 (Nm. 02, 01 - 09).

(A imagem acima foi copiada do link Oficina de Ideias 54.) 

segunda-feira, 22 de maio de 2023

IV. A LEI DE SANTIDADE (X)


20 Não adorem o deus da morte - 1 Javé falou a Moisés: 2 "Diga aos filhos de Israel: Todo filho de Israel ou imigrante residente em Israel, que entregar um de seus filhos a Moloc, será réu de morte,

O povo da terra o apedrejará, 3 e eu me voltarei contra esse homem e o eliminarei do seu povo, pois, entregando um de seus filhos a Moloc, contaminou o meu santuário e profanou o meu santo nome.

4 Se o povo da terra fechar os olhos a respeito do homem que entregou um de seus filhos a Moloc, e não o matar, 5 eu esmo me voltarei contra esse homem e contra o seu clã. Eu os eliminarei do seu povo, tanto a ele como aos que com ele se prostituíram com Moloc.

6 Quem recorrer aos necromantes e adivinhos, para se prostituir com eles, eu me voltarei contra esse homem e o eliminarei do seu povo.

7 Quanto a vocês, santifiquem-se e sejam santos, porque eu sou Javé, o DEUS de vocês".

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral (Paulus, 1998), Antigo Testamento, Livro do Levítico, capítulo 20, versículo 01 a 07 (Lv. 20, 01 - 07).

Explicando Levítico 20, 01 - 07.

Moloc era uma divindade antiga, à qual se sacrificavam crianças. Javé, porém, é o DEUS da vida, e pune com a morte aqueles que adoram o deus da morte. Certos sistemas sociais modernos são verdadeiros Moloques, que devoram a vida do povo (cf. Jr 32,35 e nota).

Fonte: Bíblia Sagrada - Edição Pastoral. 25ª impressão: maio de 1998; ed Paulus, p. 137.

(A imagem acima foi copiada do link Oficina de Ideias 54.)