32 Javé acusa as nações - 26 Então pensei:
"Vou reduzi-los a pó,
e apagar sua memória do meio
dos homens".
27 Mas eu temi a arrogância dos inimigos,
a má interpretação dos adversários.
Eles diriam: "Nossa mão venceu,
não foi Javé quem fez isso".
28 Porque é uma nação sem juízo
e que não tem inteligência.
29 Se fossem sábios, entenderiam tudo isso
e saberiam discernir o seu futuro.
30 Como pode um homem sozinho
perseguir mil,
e dois pôr em fuga dez mil?
Não é porque sua Rocha os vendeu
e porque Javé os entregou?
31 Sim, a rocha deles não é
como a nossa Rocha
e nossos inimigos podem atestar.
32 Pois a vinha deles é vinha de Sodoma
e vem das plantações de Gomorra;
suas uvas são uvas venenosas
e seus cachos são amargos.
33 O vinho deles é veneno de serpente,
violenta peçonha de cobras.
Bíblia Sagrada - Edição Pastoral (Paulus, 1998), Antigo Testamento, Livro do Deuteronômio, capítulo 32, versículo 26 a 33 (Dt. 32, 26 - 33).
Explicando Deuteronômio 32, 26 - 33.
DEUS havia chamado uma nação estrangeira para julgar Israel. Mas a nação estrangeira não entendeu que devia ser apenas um instrumento da justiça de Javé, e acabou cometendo outra injustiça.
Fonte: Bíblia Sagrada - Edição Pastoral. 25ª impressão: maio de 1998; ed Paulus, p. 235.
(A imagem acima foi copiada do link Oficina de Ideias 54.)
